Mais uma vez –   ausência de orçamento.

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Representantes de entidades de classe dos Judiciários estaduais, presidente do TJSP, juízes assessores da presidência e secretários da administração se reúnem nesta terça-feira, 28 de fevereiro, para discutir campanha salarial da categoria.

Mais uma vez –   ausência de orçamento.

Abrindo a reunião, desembargador Ricardo Mair Anafe explana sobre os trabalhos que vem sendo realizado em sua gestão, prestando contas de valores pagos à servidores a título de indenizações referente a verbas atrasadas, progressão de grau, alteração de nível e auxílio alimentação, contratação de novos servidores e nomeação de cargos em comissão.

No entanto, quando o assunto é recomposição das perdas salariais dos servidores e readequação dos valores do auxílio saúde, cortes na peça orçamentária é do que mais se fala.

Mais uma vez –   ausência de orçamento.

Segundo Anafe, o tribunal está “fazendo de tudo para implementar o maior índice possível (reposição salarial) para os servidores”, a título de data-base, com recursos existentes na casa; bem como “estuda um reajuste ao auxílio saúde que certamente irá contemplar os servidores”. Pretende também aumentar o número de vagas de auxílio creche; além de abrir novos concursos para admissão de 2.350 novos cargos de escrevente técnico Judiciário e recompor os cargos técnicos (assistentes sociais e psicólogos)

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As entidades pressionam pela recomposição das perdas inflacionárias acumuladas; majoração dos auxílios; nível universitário aos escreventes e reabertura do instituto da remoção.

Ainda segundo o des. Ricardo Anafe, o “Tribunal está comprometido em arrumar a vida do servidor”, mas para que isso seja possível há a necessidade de que seja aprovado o projeto da “Lei de Custas” em trâmite na ALESP.

Mais uma vez –   ausência de orçamento.

Alemão da ASSOJURIS em sua fala fez questão de registrar a existência de uma enorme margem fiscal que possibilitaria um acréscimo orçamentário na casa de 2 bilhões de reais na fonte tesouro. – Segundo o diretor presidente da entidade, ” falta interesse do Tribunal em negociar com o governo. Esse dinheiro é mais do que suficiente para saldar as perdas salariais acumuladas (quase 32%), o que aliás não ocorre apenas com essa gestão”.

Pardal por sua vez defendeu com afinco o retorno do instituto de remoção e o pagamento de férias indenizadas para todos os servidores, ante há notícia de que agentes não estão recebendo.

Mais uma vez –   ausência de orçamento.

Instalação da mesa de negociação permanente foi exaustivamente defendido pelas entidades presentes.

No próximo dia 03 de março, sexta-feira, a partir das 13hs, ocorrerá a assembleia geral da categoria em São Paulo. Formato híbrido. Informe-se a respeito e PARTICIPE!

Mais uma vez –   ausência de orçamento.